As vantagens de ser invisível – Stephen Chbosky

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As vantagens de ser invisível é um dos livros onde encontrei mais pensamentos parecidos com os meus. O livro é contado através das cartas que Charlie envia para um amigo anônimo. Charlie é um garoto sozinhos e que gosta muito de ler, a historia começa quando ele está indo para o primeiro ano do ensino médio e tudo o que mais quer é não ser notado. Mas já nos primeiros dias de aula ele faz amizade com dois irmãos veteranos, Sam (uma garota muito legal, bonita e inteligente por quem Charlie acaba se apaixonando) e Patrick (Um garoto homossexual muito divertido que acaba virando o melhor amigo de Charlie). A história gira em torno das alegrias e dos dramas da vida desses três personagens.

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“Bem-vindo a turma dos desajustados”. Sam e Patrick apresentam Charlie ao seu grupo de amigos e é aí que ele começa a ir a festas, tem o seu primeiro contato com as drogas e encontra sua primeira namorada, Mary Elizabeth.

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Quando chega o fim do ano letivo, Charlie vê todos os seus amigos indo pra faculdade e ele precisa seguir em frente. A última carta chega quando Charlie está indo para o seu primeiro dia no segundo ano do ensino médio.

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É bem visível durante algumas partes da história que Charlie tem alguns distúrbios psicológicos, depois de perder uma das suas pessoas preferidas no mundo, sua tia Helen e de perder também o seu melhor amigo (que se suicidou) ele tem dificuldade para superar tudo e seguir em frente, por isso vemos varias referências a esses personagens durante o livro.

Eu tentei resenhar sem dar muitos spoilers, espero ter conseguido. Por hoje é isso, até o próximo post. XOXO.

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3 comentários sobre “As vantagens de ser invisível – Stephen Chbosky

  1. Eu li esse livro há um ano atrás e eu havia me descoberto nele também. Não que eu seja semelhante ao Charlie, porque, caramba ele é muito deprimido. Mas a história do livro e como os personagens interagem (ou nem tanto) com ele é como se nós, leitores, estivessemos passando por aquilo, sabe?

    O tempo todo eu fiquei imaginando as coisas que o Charlie contava para esse ~amigo oculto da carta~ como se fosse fatos de uma série meio teen, porém com mais drama.

    Eu fiquei extremamente triste o tempo todo ao ler o livro também, acho que a narrativa que o personagem traz, convence muito que tudo que foi escrito realmente aconteceu e, eu acabei me colocando no lugar do Charlie muitas vezes. ):

    Au revoir.

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    1. Quando eu estava lendo me senti assim também, me envolvi bastante com o Charlie e me identifiquei com ele, como se eu não fosse apenas observador mas sim parte da história. Mas mesmo com toda a tristeza presente no livro eu gostei muito de como ele me fez sentir.

      Obrigada pelo seu comentário. Beijos.

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      1. Então, mas é ótimo se sentir triste nesse aspecto, como o Charlie era. Isso quer dizer que o autor fez um puta trabalho para que, de algum modo, o nosso emocional se colidisse com o do personagem. É fantástico.

        Eu costumo chamar isso de “dor prazerosa” hahaha

        Curtido por 1 pessoa

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